domingo, 25 de dezembro de 2011

The Christmas lunch of champions:

bread
butter
fried egg
nuggets over it all.

Dessert: beer.

-Are you going to spend the holiday by yourself?
-YES, everybody, thanks for asking.

Sorry, Nigella, I couldn't bake something properly this time.
I do swear the recipe above came from heaven.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A regra de 3 de Tomás foi maculada. Mas não Terezei.
Vem cá: foi o batismo Argentino que trouxe a leveza e o não-sofrimento?

Obrigada, então!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ah... o domingo.
Desde a primeira hora até a primeira mordida. Xis do gordo. E.
Felicidade em companhia, o toque na minha mão. -Unbelievable-
Trying not to be a monga.
Trying not to Mosby - haha.
Letting it be. Finally =D

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Fui impelida a comprar flores falsas para levar à minha mãe no cemitério. Falsa fui eu com isso. As copiosas e intermináveis lágrimas ilegitimaram essa sensação. A pior, ever. Principalmente, sabendo, desde muito pequena, o quanto ela gostava das flores verdadeiras e do amor que dispendia aos seus jardins.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Feliz.

Feliz porque não é preciso muito. É preciso um tênis meio furado, uma gentileza ou muitas, um sorriso, um "saca?" interno aqui e ali.

Basta uma conversa de comadres, toques despretensiosos e balões sobre nossas cabeças dizendo o que estamos pensando. Não minto sobre estes últimos.

Foi tanta gargalhada, tanta partilha, Coca Cola, 300 e tantas fotos, escolhas engraçadas e histórias sobre o passado metal.

Copos empoeirados, doces, Pringles. Volto eu com as tríades?

Não importam meus vícios, importa a flor prometida, o beijo que ganhei e o sorriso feliz que devolvi ao universo =)

domingo, 25 de setembro de 2011

Não escrevia desde 26 de julho. Admirei-me.


A formatura foi tão boa. Meus amigos, os mais variados e incrivelmente especiais, estavam lá para me permitirem o maior sorriso da vida. Inenarrável, perfeito.


A Argentina. Falar com tantas pessoas diferentes e, sem querer, refletir tão pesadamente, e de maneira leve e diária, sobre a felicidade tão procurada e, homeopaticamente, vivida. As necessidades que nos povoam a mente são internas ou externas? Ser feliz até pelas ocasionalidades. Questionar mais a si mesmo, enrugar menos a testa. Andar pelas ruas e sentir liberdade, felicidade no caminho até ela e mais paz consigo mesmo. Tudo tem um preço, mas a primeira pessoa é fundamental para o sentimento de felicidade em estado bruto.

Live and let die

A fatalidade não é ocasional, é óbvia e inevitável.

Triste imaginar que as coisas não têm fim, as mais diferentes coisas, digo. Desde a 'depressão' pós-viagem até os relacionamentos pessoais. Lidar com o fim é algo intratável, nega-se até mesmo depois de tornar-se fato. Autoengano, autossabotagem. Passado o luto, pode-se ver tudo com clareza tal que até o fim mais doloroso parece uma besteira e, melhor: algo necessário.

Disse, ainda, citando o Paul, "live and let die". Disse pois lidamos com uma culpa, nós cristãos cucarachos, que para conosco ninguém teve. Pesamos as palavras e, se descarregamos pedras, ficamos todos lamentosos vendo o estrago e esperando que a poeira baixe logo.

Live and let die for you not to die every time. Há muito, o Robertinho me disse sobre o egoísmo justificado (outro leitor da Insustentável Leveza do Ser - somos todos magneticamente unidos), alegando que assistir uma miríade de filmes, colocarmo-nos em primeiro lugar, escolher onde ir, o que comer e zaz e zaz seria a terapia ideal. E é. Eu o agradecerei eternamente. E ternamente.

O Gabriel brindou sobre a fatalidade. O Robertinho falou sobre a instauração da primeira pessoa. Meus musos inspiradores, meus amigos reais.

Vivamos e deixemos morrer.

terça-feira, 26 de julho de 2011


Is it always arranged? The most appropriate ride, the kindest Texan lady, after pleasant moments near my favorite sistas in the world. Now, a girl crying Shakespeare on TV. Kind words from far, far away. Thanks, universe. You know how grateful I've been these days.
Alice, Alice.. don't go back in time, little girl. Don't do it if you don't have extra cloudy coins to cope with the price of living all that again. You know you fell down, underneath this talking floor. Watch out, big girl. Things have changed. They always do.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

E, para evitar o esquecimento, reitero, agora em palavras fora da cabeça:

Olhos estáticos, à minha direita.

Foi tão bom ver que isso acontece de novo. À primeira vista.
Trembling. Picture. Autograph. OMFG, que sensação!

Riso largo e besta, olhar estático e babaca.

Awesome!

"I always believe in fiction!" Eternizei de-maaaais!