sábado, 21 de julho de 2012

Olhar nos olhos, por intimidade ou enfrentamento, é terapêutico. Contudo, não creio que a amizade do espelho vá me completar enquanto eu tiver a lembrança dos elos que se perderam, que perdi ou fiz perder.

Blessed are the forgetful... o resto você sabe.

quinta-feira, 5 de abril de 2012


I'm Jess in pyjamas.
I'm Jess running from Nick.
I'm Jess being Bree in the kitchen, a boys' best friend watching a movie and wearing heavy make up behind the glasses.
New old girl.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

New motto:



New attitude:



New paths:

domingo, 25 de dezembro de 2011

The Christmas lunch of champions:

bread
butter
fried egg
nuggets over it all.

Dessert: beer.

-Are you going to spend the holiday by yourself?
-YES, everybody, thanks for asking.

Sorry, Nigella, I couldn't bake something properly this time.
I do swear the recipe above came from heaven.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A regra de 3 de Tomás foi maculada. Mas não Terezei.
Vem cá: foi o batismo Argentino que trouxe a leveza e o não-sofrimento?

Obrigada, então!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ah... o domingo.
Desde a primeira hora até a primeira mordida. Xis do gordo. E.
Felicidade em companhia, o toque na minha mão. -Unbelievable-
Trying not to be a monga.
Trying not to Mosby - haha.
Letting it be. Finally =D

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Fui impelida a comprar flores falsas para levar à minha mãe no cemitério. Falsa fui eu com isso. As copiosas e intermináveis lágrimas ilegitimaram essa sensação. A pior, ever. Principalmente, sabendo, desde muito pequena, o quanto ela gostava das flores verdadeiras e do amor que dispendia aos seus jardins.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Feliz.

Feliz porque não é preciso muito. É preciso um tênis meio furado, uma gentileza ou muitas, um sorriso, um "saca?" interno aqui e ali.

Basta uma conversa de comadres, toques despretensiosos e balões sobre nossas cabeças dizendo o que estamos pensando. Não minto sobre estes últimos.

Foi tanta gargalhada, tanta partilha, Coca Cola, 300 e tantas fotos, escolhas engraçadas e histórias sobre o passado metal.

Copos empoeirados, doces, Pringles. Volto eu com as tríades?

Não importam meus vícios, importa a flor prometida, o beijo que ganhei e o sorriso feliz que devolvi ao universo =)

domingo, 25 de setembro de 2011

Não escrevia desde 26 de julho. Admirei-me.


A formatura foi tão boa. Meus amigos, os mais variados e incrivelmente especiais, estavam lá para me permitirem o maior sorriso da vida. Inenarrável, perfeito.


A Argentina. Falar com tantas pessoas diferentes e, sem querer, refletir tão pesadamente, e de maneira leve e diária, sobre a felicidade tão procurada e, homeopaticamente, vivida. As necessidades que nos povoam a mente são internas ou externas? Ser feliz até pelas ocasionalidades. Questionar mais a si mesmo, enrugar menos a testa. Andar pelas ruas e sentir liberdade, felicidade no caminho até ela e mais paz consigo mesmo. Tudo tem um preço, mas a primeira pessoa é fundamental para o sentimento de felicidade em estado bruto.

Live and let die

A fatalidade não é ocasional, é óbvia e inevitável.

Triste imaginar que as coisas não têm fim, as mais diferentes coisas, digo. Desde a 'depressão' pós-viagem até os relacionamentos pessoais. Lidar com o fim é algo intratável, nega-se até mesmo depois de tornar-se fato. Autoengano, autossabotagem. Passado o luto, pode-se ver tudo com clareza tal que até o fim mais doloroso parece uma besteira e, melhor: algo necessário.

Disse, ainda, citando o Paul, "live and let die". Disse pois lidamos com uma culpa, nós cristãos cucarachos, que para conosco ninguém teve. Pesamos as palavras e, se descarregamos pedras, ficamos todos lamentosos vendo o estrago e esperando que a poeira baixe logo.

Live and let die for you not to die every time. Há muito, o Robertinho me disse sobre o egoísmo justificado (outro leitor da Insustentável Leveza do Ser - somos todos magneticamente unidos), alegando que assistir uma miríade de filmes, colocarmo-nos em primeiro lugar, escolher onde ir, o que comer e zaz e zaz seria a terapia ideal. E é. Eu o agradecerei eternamente. E ternamente.

O Gabriel brindou sobre a fatalidade. O Robertinho falou sobre a instauração da primeira pessoa. Meus musos inspiradores, meus amigos reais.

Vivamos e deixemos morrer.