Aí foi dito:
"Eles realmente não entendem. É uma experiência individual."
A sociedade é que é louca. Todos os dias, nos lembram que somos gordinhos.
Chamam-nos de nerds porque não podem admitir o abismo.
Nós temos mais horas-bunda, em resumo.
Há muito, essa terapia, agora tendo durado 1:40, já concluía:
"Não somos mais a vanguarda, somos a resistência."
Hoje, mais do que uma nova reflexão, tomou-se por objetivo reidentificar, reassumir a nossa essência, ao mundo: fuck off, e que venha o vinho. Se daqui a 10 anos nem nós seremos os mesmos, quê importa senão nos admirarmos sempre e mais? Talvez seja hora para nova submersão. A subversão nos embaralha só para que não nos cansemos de reorganizar essa complexidade tão nossa, tão nós.
Nós que somos poucos, mas que existimos. Duros, alemães, cucarachos.
Onde foi que deixei minha caneta tinteiro?
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
É preciso haver maturidade para conversar direito, com olhos sinceros e palavras carinhosas. É preciso maturidade, sem saber se a tem, para enfrentar momentos difíceis e, fazendo as coisas direito, perceber que sim, ela existe, pois apesar da dificuldade da situação, preservou-se ao máximo tudo o que se pôde.
É preciso mais do que maturidade para segurar o choro, evitar aquelas caretas que se faz quando o soluço é maior do que o previsto. Aí, é preciso ter força, mesmo que se esteja envolto por um abraço carinhoso.
Talvez o que se precise para isso tudo, e para tudo aquilo que foge à memória no momento, nem seja maturidade, seja amor, mesmo.
Eis o que foi um amor verdadeiro, puro e simples.
É preciso mais do que maturidade para segurar o choro, evitar aquelas caretas que se faz quando o soluço é maior do que o previsto. Aí, é preciso ter força, mesmo que se esteja envolto por um abraço carinhoso.
Talvez o que se precise para isso tudo, e para tudo aquilo que foge à memória no momento, nem seja maturidade, seja amor, mesmo.
Eis o que foi um amor verdadeiro, puro e simples.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Eu já sabia como levantar seria impossível, o quão demorada seria a transição da luz da janela ao meu lado para sumir e me dizer que a noite viria e os dias passariam e a dor de cabeça abrandaria e que eu veria o teu rosto para me sentir viva novamente.
O dia ainda demora, a dor de cabeça ainda está aqui, os sustos na casa parecem maiores, inexplicáveis. É a vida se tornando assombrada desde que o brilho dos olhos não alumia mais nada.
Você é a caixa de lápis de cor, a querosene do lampião, ou a pilha da lanterna se quiser. Você perto é o lenço que me faz parar de lavar os olhos de dentro pra fora.
O dia ainda demora, a dor de cabeça ainda está aqui, os sustos na casa parecem maiores, inexplicáveis. É a vida se tornando assombrada desde que o brilho dos olhos não alumia mais nada.
Você é a caixa de lápis de cor, a querosene do lampião, ou a pilha da lanterna se quiser. Você perto é o lenço que me faz parar de lavar os olhos de dentro pra fora.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Is there a cure for self-damaging brains?
Wouldn't it be a a lot happier if you could just manipulate your thoughts as tv so easily does everyday, or stop thinking about something as easily as you can stop eating when you feel full, or even believe so strongly, concretely, happily in good things to simply and effectively vanish those ghosts from your mind?
Wouldn't it be a a lot happier if you could just manipulate your thoughts as tv so easily does everyday, or stop thinking about something as easily as you can stop eating when you feel full, or even believe so strongly, concretely, happily in good things to simply and effectively vanish those ghosts from your mind?
terça-feira, 10 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
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