It was a very sunny day, time when the wools drink tea under the trees, when Alice broke his cup of vodka. She was flying high with the thoughts about the Wonderland when her psycho mind sent some bad messages and her hand could, incredibly, brake a strong glass cup. Strange? No, just the begging of a terrific afternoon!
Yes! Terrific, magic! At least, more than the others… She looked at her bloody hand, and started to think how magnific life is. Worms in the earth… Do they have blood? So, she went to the yard and dig a lot.
Some ‘water’ was falling from her forehead when decided to stop digging. Smiling as a child she fell asleep. Dreaming of monsters she woke up yelling:
- Where is my hot chocolate?
- Over the shadows of the lullaby clouds, girl! Go there and take it!
Taking her magic scissor she cut the clouds, flying as a fish, so she could reach the cold cup with hot chocolate.
2006/1
sábado, 24 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Bom, você usa bermudas e casaco, come despretensiosamente, aguenta olhos ardentes e ligações sem tanto sentido. Muito bom, bom mesmo. Tosse como um cão velho pela manhã, os olhos selados na madrugada, as melhores intenções do dia morfam e viram superherois incompreendidos. Ótimo, isso só melhora. Você, ainda, desdenha quem é bom, posterga pensando no feriado e vive essa mediocridadezinha, jogando a vida pra frente e pondo em riste esse seu dedo branco e fraco. Maravilha. A cretinice só cresce, como sua fome, seu sono, sua inércia, sua curiosidade, astúcia falaciosa e postura, lego por lego, construída. Por fim, parabéns.
sexta-feira, 26 de março de 2010
My fake plastic love - III - origins
Porque se eu ficar menos faminto e curioso, aí sim é que o marasmo vai tomar conta de toda essa doideira cretina bárbara tensa lírica e traceira que é essa minha vida.
sábado, 20 de março de 2010
My fake plastic love - Part II
Why is everything so confusing? diz a canção.
Lágrimas lavaram o chão de madeira ao som da lembrança.
Mas isso não tem a ver com o plastic love.
Projeções intermitentes, valores temporários sendo contrariados.
Mas será que é possível?
Verdade, abraço e sorriso bem perto?
As mãos, os braços e as escadas?
Tomara.
Pôr tudo a perder foi o que prometi.
Uma meia suja no lugar do coração, é o que proferi.
Maybe I'm just out of my mind, continuou a canção.
Deixe-me ler a subversão, já volto.
Lágrimas lavaram o chão de madeira ao som da lembrança.
Mas isso não tem a ver com o plastic love.
Projeções intermitentes, valores temporários sendo contrariados.
Mas será que é possível?
Verdade, abraço e sorriso bem perto?
As mãos, os braços e as escadas?
Tomara.
Pôr tudo a perder foi o que prometi.
Uma meia suja no lugar do coração, é o que proferi.
Maybe I'm just out of my mind, continuou a canção.
Deixe-me ler a subversão, já volto.
segunda-feira, 1 de março de 2010
My fake plastic love - part I
Ouvir e desfazer
Ler e piscar
Silenciar.
Desfazer
perverter
subverter
a ordem e eu faço e gosto e repito. Erro?
Rompante surdo e a volta à estaca zero.
Ou o volume ao lado, no colchão.
Ou à pelúcia que vela, à mão.
Ou à vertigem de Tereza, mais baixo que o chão.
(Onde estarão meus óculos?)
Ler e piscar
Silenciar.
Desfazer
perverter
subverter
a ordem e eu faço e gosto e repito. Erro?
Rompante surdo e a volta à estaca zero.
Ou o volume ao lado, no colchão.
Ou à pelúcia que vela, à mão.
Ou à vertigem de Tereza, mais baixo que o chão.
(Onde estarão meus óculos?)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Tomas, sobre o sono.
"Afirmava a suas amantes: só uma relação isenta de sentimentalismo, em que nenhum dos parceiros se arrogue direitos sobre a vida e a liberdade do outro, pode trazer felicidade para ambos."
momentos depois...
"A convenção não-escrita da amizade erótica implicava que o amor fosse excluído da vida de Tomas. Se ele desrespeitasse essa condição, suas outras amantes se sentiriam imediatamente numa posição inferior e se revoltariam. Sublocou, portanto, um quarto para Tereza e sua pesada mala. Queria cuidar dela, protegê-la, alegrar-se com sua presença, mas não via nenhuma necessidade de mudar seu modo de vida. Assim, não queria que se soubesse que ela dormia em sua casa. O sono compartilhado era o corpo de delito do amor."
ali adiante...
"Tomas pensava: deitar com uma mulher e dormir com ela, eis duas paixões não somente diferentes mas quase contraditórias. O amor não se manifesta pelo desejo de fazer amor (esse desejo se aplica a uma série de inumerável de mulheres), mas pelo desejo do sono compartilhado (este desejo diz respeito a uma só mulher)."
Que jogue a primeira pedra quem não concorde, ao menos em parte, com nosso querido Tomas. Grata.
momentos depois...
"A convenção não-escrita da amizade erótica implicava que o amor fosse excluído da vida de Tomas. Se ele desrespeitasse essa condição, suas outras amantes se sentiriam imediatamente numa posição inferior e se revoltariam. Sublocou, portanto, um quarto para Tereza e sua pesada mala. Queria cuidar dela, protegê-la, alegrar-se com sua presença, mas não via nenhuma necessidade de mudar seu modo de vida. Assim, não queria que se soubesse que ela dormia em sua casa. O sono compartilhado era o corpo de delito do amor."
ali adiante...
"Tomas pensava: deitar com uma mulher e dormir com ela, eis duas paixões não somente diferentes mas quase contraditórias. O amor não se manifesta pelo desejo de fazer amor (esse desejo se aplica a uma série de inumerável de mulheres), mas pelo desejo do sono compartilhado (este desejo diz respeito a uma só mulher)."
Que jogue a primeira pedra quem não concorde, ao menos em parte, com nosso querido Tomas. Grata.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Quando a pieguice pega, a memória tosse o humor varia a horizontalidade pede pele as perguntas não escracham e as respostas vagam mas somam; quando, ainda, ficar quieto é melhor olhar dormir comove pensar e sorrir acontecem no suspiro do dia todo; quando as pregações queima-sutiã caem por terra os olhos brilham; quando a fome some o que consome é o sono sozinhar é humming void; quando esperar é comum dizer é ter cuidado e ler é mais ainda; quando as frases não terminam o sol entra pela janela as horas passeiam e as palavras extinguem; quando os caminhos voltam as tentativas de humor de sorrir de ver de saber; quando tudo tudo tudo em tão pouco tempo tanto tempo quanto tempo e záz e tal.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Citando e, desta vez, não autocitando.
"Someone to Watch Over You":
"There's a saying old says that love is blind,
Still we're often told, "Seek and ye shall find."
"Rhapsody in Blue":
"Owarasenai natsu dakishimeru no sa
Rhapsody in blue
Yaketa mune ga yureru tabi fueru
La la la la your and my dream!"
"Everybody is Gonna Learn Sometime":
"Change your heart, look around you
Change your heart, it will astound you"

Although, we keep humming: "I need your loving like the sunshine".
"There's a saying old says that love is blind,
Still we're often told, "Seek and ye shall find."
"Rhapsody in Blue":
"Owarasenai natsu dakishimeru no sa
Rhapsody in blue
Yaketa mune ga yureru tabi fueru
La la la la your and my dream!"
"Everybody is Gonna Learn Sometime":
"Change your heart, look around you
Change your heart, it will astound you"

Although, we keep humming: "I need your loving like the sunshine".
domingo, 24 de janeiro de 2010
Cantos Alterados When The Day was Dawning
GRACEJO I . Mímesis – a visão.
Repetição das almofadas, sob o olhar da outra.
Jaz não sei onde o Amor Romântico,
contente-se com as migalhas
do instante eterno.
Sobra a lembrança, os cacos, lacuna (inc).
Palavras esquecidas, sorrisos de olhos brilhantes.
Você passa por corredores que não condizem;
correm os dedos.
MI-ME-SIS
Palavras ditas, ouvidas, compartilhadas,
mas você não fala.
Você agradece, apologiza – e eu minto.
O cabelo, é.
A posição d’outrem, Tat Tvat Asi, isto és tu.
O livro emprestado, o amor emprestado lá.
Aqui reside o que de mais puro.
Você pergunta, mas contem-se.
Tenha-se. Tenha e tenha-se.
GRACEJO II. O Eco da Mão Dupla.
Aqui, você vê os carros de cima;
lá, você viu as nuvens de baixo.
Novamente, contenha-se,
seu lugar é invasão,
não é ‘seu’ – é esse lugar.
A alegria, a brutalidade do sorriso,
a emoção nas mãos.
Mímesis – caminhões disso.
Querer. Apesar d’orgulho.
A liberdade do falavreado,
tocar, enfatizar, migrar.
Convicções belíssimas,
certezas, abstracionismo – tudo.
Você é só emoção, às vezes;
menos cevada, mais alternativos. O problema é o trigo.
Alter-ego – era medo.
Admiração – eu não sabia.
Prazer silente, terceirizando interesses.
O que você fez?
Eu lembro. Eu conforto. Não doi. Constroi. Eu quero – muito.
GRACEJO III. O Nojo.
- O que tu quer dizer com ‘nojo’?
disse Tatiane, a mulher dos olhos d’oceano.
Como eu a ouvia...
Ter com quem. Ter de quem discordar, poder perguntar,
sem frescura.
Nojo da formalidade,
de pôr na fôrma.
Eu nunca fui a primeira.
Eu não isso, eu não aquilo.
Agora, Tatiane, eu não vou m’encaixar.
Não à minha foto, não à minha inscrição.
Eu fico no que passa
entre a rede do Rubem,
eu fico sem estar – definitivamente.
Eu fico naquilo que tu carrega – aí, onipresente.
Obrigada, Tatiane, eu tenho nojo do que é forma.
Eu pertenço ao Concretismo e sou amante do abstrato.
Hermético. É isso.
Repetição das almofadas, sob o olhar da outra.
Jaz não sei onde o Amor Romântico,
contente-se com as migalhas
do instante eterno.
Sobra a lembrança, os cacos, lacuna (inc).
Palavras esquecidas, sorrisos de olhos brilhantes.
Você passa por corredores que não condizem;
correm os dedos.
MI-ME-SIS
Palavras ditas, ouvidas, compartilhadas,
mas você não fala.
Você agradece, apologiza – e eu minto.
O cabelo, é.
A posição d’outrem, Tat Tvat Asi, isto és tu.
O livro emprestado, o amor emprestado lá.
Aqui reside o que de mais puro.
Você pergunta, mas contem-se.
Tenha-se. Tenha e tenha-se.
GRACEJO II. O Eco da Mão Dupla.
Aqui, você vê os carros de cima;
lá, você viu as nuvens de baixo.
Novamente, contenha-se,
seu lugar é invasão,
não é ‘seu’ – é esse lugar.
A alegria, a brutalidade do sorriso,
a emoção nas mãos.
Mímesis – caminhões disso.
Querer. Apesar d’orgulho.
A liberdade do falavreado,
tocar, enfatizar, migrar.
Convicções belíssimas,
certezas, abstracionismo – tudo.
Você é só emoção, às vezes;
menos cevada, mais alternativos. O problema é o trigo.
Alter-ego – era medo.
Admiração – eu não sabia.
Prazer silente, terceirizando interesses.
O que você fez?
Eu lembro. Eu conforto. Não doi. Constroi. Eu quero – muito.
GRACEJO III. O Nojo.
- O que tu quer dizer com ‘nojo’?
disse Tatiane, a mulher dos olhos d’oceano.
Como eu a ouvia...
Ter com quem. Ter de quem discordar, poder perguntar,
sem frescura.
Nojo da formalidade,
de pôr na fôrma.
Eu nunca fui a primeira.
Eu não isso, eu não aquilo.
Agora, Tatiane, eu não vou m’encaixar.
Não à minha foto, não à minha inscrição.
Eu fico no que passa
entre a rede do Rubem,
eu fico sem estar – definitivamente.
Eu fico naquilo que tu carrega – aí, onipresente.
Obrigada, Tatiane, eu tenho nojo do que é forma.
Eu pertenço ao Concretismo e sou amante do abstrato.
Hermético. É isso.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Citando sem aspas
É.

María Elena used to say that only unfulfilled love can be romantic. Sem aspas, eu não prometo exatidão.
Há quem justifique assim o relacionamento a três (sem ciúme e com sexo plural):
O três é o número natural que segue o dois e precede o quatro. Esse número tem uma grande importância simbólica de união e equilíbrio, aparecendo na santíssima trindade, nos três poderes (jurídico, executivo, legislativo), em Os Três Mosqueteiros, nas três-marias, etc. Também é conhecido sexualmente como ménage à trois.

Dizia eu que não iria mais teorizar sobre o amor. Forget it.
Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen. Novamente, meu velho querido encanta. Cotejos repetidos, Sabina, como a Mística, traveste-se de Juan. Vicky, mais uma de nós - entre o que pensamos querer, o que temos e o que desejamos lá no inner. "Let's cause a scene" e brilhantismo - obra!
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